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A avaliação positiva do presidente Jair Bolsonaro oscilou negativamente entre dezembro de 2020 e janeiro deste ano, mas ainda assim é melhor do que a que ele ostentava pouco depois do início da pandemia, em maio, segundo série de levantamentos feitos pelo insituto Paraná Pesquisas entre os dias 22 e 26 de janeiro de 2021.

Somados os índices de “ótimo” e “bom”, 33,3% da população aprova o governo no levantamento feito neste mês, pouco menos que os 37,2% de dezembro do ano passado e os 38,7% de outubro. Ainda assim, o percentual é superior aos 31,8% registrados em maio, dois meses após o início da crise da Covid-19.

No outro extremo, aumentou o percentual dos que consideram o seu governo ruim ou péssimo – são 39,6% atualmente, uma evolução em relação aos 37,3% de dezembro e ainda mais na comparação com os 32,1% de outubro. Ainda assim, é parecida com a de maio, quando chegou a 39,4% (veja quadro abaixo).

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Os resultados da pesquisa deste mês mostram que se mantém intacto o percentual de ao menos um terço da população que apoia o presidente independente das críticas que tem recebido pela sua atuação ao longo da pandemia e dos protestos de parte da sociedade pelo seu impeachment – reportagem de VEJA desta semana mostra que são pequenas as chances de o movimento levar de fato à abertura de processo contra o presidente.

O levantamento do Paraná Pesquisas também mostrou que, apesar da oscilação negativa na aprovação, Bolsonaro lidera todos os cenários de primeiro turno para a eleição presidencial de 2022, com percentuais superiores a 30% das intenções de voto.

Aprovação

Quando a pergunta do Paraná Pesquisas é se o entrevistado aprova ou desaprova o governo, o país mostra-se bastante divido: 47,2% dizem que aprovam, enquanto 48,5% afirmam que desaprovam. De novo, há queda na aprovação e aumento na reprovação em relação a dezembro, mas ainda assim a situação é mais confortável para Bolsonaro do que em maio do ano passado (veja quadro abaixo).

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O levantamento do Paraná Pesquisas foi o primeiro feito pelo instituto após o fim do pagamento do auxílio emergencial – a última parcela foi paga em dezembro – e o início da vacinação nacional contra a Covid-19, no dia 18 de janeiro, dois temas com potencial para desgastar a avaliação do presidente.

A pesquisa foi feita por telefone com 2.002 eleitores de 204 municípios nos 26 estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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