“Cão de guarda” de Bolsonaro bate boca com presidente da CPI

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Um dos mais fiéis soldados da tropa bolsonarista da CPI da Covid, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) bateu boca com o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM), no final da manhã desta quinta, 27, durante o depoimento do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, que está sendo ouvido pelo colegiado neste momento.

A troca de farpas surgiu após Rogério exibir  a gravação de uma reunião do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para tratar da compra da vacina Coronavac, originalmente importada da China e hoje produzida pelo Butantan. Rogério acusou Doria de estar sendo grosseiro numa de suas falas, mas foi interrompido por Omar Aziz.

Aziz contestou a interpretação do governista: ” Grosseria? Eu estou vendo é a indignação do governador em querer a vacina”, afirmou. Rogério retrucou e acusou o presidente da comissão de, insistentemente, interromper as falas dos senadores. Aziz, então, disse algo que não foi captado pelos microfones, mas que irritou Marcos Rogério. O cão de guarda de Jair Bolsonaro subiu subiu o tom: “Como que é presidente? Contenha a sua sanha. Vossa excelência tenha compostura… Contenha-se”.

Para além da – de fato, indevida – interrupção de Omar Aziz, a irritação de Marcos Rogério tem um componente importante, que obviamente ele não revelou durante o bate boca. Boa parte da tropa de choque de Bolsonaro considera o assunto Coronavac o que tem maior potencial ofensivo contra o presidente da República, que já deu diversas declarações críticas ao imunizante chinês. Em dado momento, ele chegou a anunciar que o governo federal não compraria a Coronavac – acabou voltando atrás.

Não por acaso, a atuação de Marcos Rogério na CPI tem agradado Bolsonaro. Desde o início, ele adotou uma postura combativa, de defesa aberta do governo federal. Costuma fazê-lo, inclusive, com mais assertividade do que o próprio líder do Planalto no Senado, o também integrante da comissão, Fernando Bezerra Coelho (MDB-RO).

Senador de primeiro mandato, Rogério é um personagem da política clássica, que, vira e mexe, compra brigas de grande porte, mas não costuma atacar embaixo da linha da cintura, como costumam fazer os chamados bolsonaristas raiz. A primeira batalha de grande repercussão ocorreu quando ainda era deputado. Rogério, então no PDT, foi o relator do processo aberto contra Eduardo Cunha no Conselho de Ética da Câmara e pediu a cassação do ex-presidente, o que acabou ocorrendo. Agora, ele tem capitalizado a atuação na CPI, já que seu estado é um dos que ainda garante bons índices de aprovação a Bolsonaro.

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