Mais que uma crise, o affair Pazuello é uma oportunidade

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O ministro-general Braga Netto e o comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira, têm a missão de fazer o presidente Bolsonaro entender que é imperativo punir o general-delinquente Eduardo Pazuello, sob pena de abrir a porteira para a quebra da hierarquia nas Forças Armadas.

É uma missão duplamente impossível.

Primeiro, porque, como sabe qualquer um que não tenha chegado de Marte ontem, é impossível fazer Bolsonaro entender o que ele não quer entender. Segundo, porque quebrar a hierarquia nas Forças Armadas é tudo o que Bolsonaro quer: é com isso que ele conta para uma eventual tentativa de golpe de Estado no ano que vem.

É hora de o Alto Comando dar um passo atrás e olhar a crise por outro ângulo. Como uma oportunidade.

Desde que tomou posse, Bolsonaro não faz outra coisa além de tentar submeter o Exército e usá-lo para fins políticos. Até agora, ganhou todas as paradas, e, nos últimos 30 anos, a imagem das Forças Armadas nunca esteve tão enlameada. Há tempos que o Exército precisa demonstrar que é uma instituição de Estado e não um mero braço do Bolsonarismo — e esta é a melhor chance até agora.

Se Paulo Sérgio for em frente e punir Pazuello sem a autorização de Bolsonaro, é praticamente impossível que o presidente tenha a coragem de determinar por escrito (como ensinou Pazuello, “coisa de Internet” não vale).

E, se o fizer, corre o risco de Paulo Sérgio se recusar a cumprir a ordem por ser ela absurda — e, como vive dizendo o presidente, “ordem absurda não se cumpre”. Bolsonaro não pode pagar para ver, e vai ter que engolir a raiva.

Se as Forças Armadas querem voltar a ser respeitadas, a hora é essa.

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