O temor do Exército de ser sócio da tragédia

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As Forças Armadas estão agora fazendo o balanço dos estragos. Quando o general Eduardo Pazuello assumiu o Ministério da Saúde, em maio do ano passado, o Exército fez uma aposta arriscada. Mas achou que tinha chances de vencer. Pazuello era considerado um general testado em várias missões difíceis. A Arma não previa, contudo, que a sua imagem ficaria tão arranhada institucionalmente. Pazuello foi o ministro que ocupou a pasta mais estratégica quando a pandemia do coronavírus se agravou no país. E ele fracassou completamente.

Agora, cresceu entre os militares das Forças Armadas, especialmente os do Exército, o temor de que eles fiquem marcados na História como sócios da tragédia que foi a gestão da Saúde no governo Jair Bolsonaro. É o que informam uma dezena de oficiais à coluna ouvidos nesta semana.

O general assentiu, mesmo que intimamente talvez não concordasse, com as falácias do presidente sobre a Covid-19. Enquanto Jair Bolsonaro fazia chacotas, minimizava a doença, incentivava aglomerações, ironizava a vacina e negligenciava as providências para imunizar a população, o país foi acumulando mais de 300 mil mortos com o carimbo de Pazuello, e com a marca indireta do Exército. Pazuello não fez um movimento para se diferenciar de Bolsonaro. Ficou sócio de todos os desmandos. E por ser um general da ativa, a ligação com as Forças Armadas é mais direta.

O contrassenso é que os militares se dedicaram, desde o fim da ditadura, em 1985, a adotar uma postura de respeito constitucional. E essa atuação por uma nova configuração institucional teve o reconhecimento da população. Eles buscaram durante 30 anos a imagem de Forças Armadas eficientes, técnicas, integrantes do Estado e não dos governos.

Pesquisas de avaliação mostram que a aprovação da sociedade ainda é muito alta, como o resultado de um levantamento feito pela Paraná Pesquisas. O estudo, divulgado no começo de março, revela que 50% dos brasileiros dizem acreditar que a participação de militares no governo do presidente Jair Bolsonaro é positiva.

Porém, com a trágica marca deixada por Pazuello à frente do Ministério da Saúde, o Exército se vê diante de uma nova sombra sobre sua farda. A Força Armada teme que seja marcada não só pela ditadura e suas vítimas, mas também por carregar a corresponsabilidade na péssima gestão durante a pandemia da Covid-19.

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